Paciente que partiu para cima de médicos em UPA diz que estava em crise


Médicos tentaram conter o homem que precisou ser retirado da UPA por guarda civil metropolitano

O paciente que agrediu dois médicos na madrugada da última quinta-feira (18), na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Universitário, em , afirma que estava em “crise de ansiedade”. Ele foi retirado do local por equipe da GCM (Guarda Civil Metropolitana).

Segundo o homem, que prefere não se identificar, ao chegar à unidade, foi tratado com “negligência, homofobia e truculência”, o que provocou as agressões.

Nesta segunda-feira (22), ele registrou um boletim de ocorrência por e alegou que agrediu os médicos por ter sido “destratado” pelos profissionais da unidade.

Em entrevista à reportagem do Midiamax, o homem afirmou que os “profissionais que deveriam zelar pela vida e dignidade do paciente desconsideraram o sofrimento, não demonstraram a mínima empatia e agiram de forma discriminatória”.

Em nota, a (Secretaria Municipal de Saúde) afirmou que investe em medidas para reforçar a segurança. Confira a nota na íntegra:

“A Secretaria Municipal de Saúde esclarece que o caso envolve um paciente com histórico psiquiátrico. No episódio, ele já chegou alterado e, durante o atendimento, passou a agredir a equipe, o que exigiu a contenção do mesmo por parte da equipe e com o apoio da GCM, para preservar a integridade dos profissionais e dos demais usuários. A Prefeitura de Campo Grande tem investido em medidas para reforçar a segurança nas unidades de saúde, como a criação do aplicativo Proteja+Saúde, ferramenta que amplia a proteção de trabalhadores e usuários na rede de saúde do Município.”.



Fonte: Midiamax

Mais Lidas

Veja também